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quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Os homens do topo do mundo

Os homens do topo do mundo

Ser jornalista não é pedir emprego é compartilhar sonhos, pois é a única profissão do mercado de trabalho que permite ao profissional ou mesmo estudante de comunicação social tornar-se um “expert” acima de tudo na arte da “ pincelada”, ou seja, manter relações mais profundas ou não com assuntos ligados e interligados a sua realidade profissional, social ou doméstica. Ser jornalista é dissertar antes de respirar, é discutir sobre teorias, ideologias, linhas de pensamentos de todos os grupos dentro da sociedade, sem temer a ousadia de concordar com elas ou não, pois nem sempre o jornalista tem conhecimentos aprofundados sobre o assunto a ser debatido.
Entretanto o comunicador social acaba se tornando um bom analisador de hipóteses e fatos, não somente pelo vasto campo que estende sua profissão, mas também pelo apanhado de informação que acaba recebendo diariamente, não que ele exerça poder algum sobre a informação, mas este pode interpretá-la a sua maneira, segundo o seu ponto de vista, mesmo que lhe pareça objetivo, antes de fato de ser jornalista o individuo com boa desenvoltura ao se portar em público torna-se melhor que os outros “mortais” porque leva jeito com as palavras.
Porém ainda que pessoa comum que cria suas teorias como qualquer outra pessoa, “cheio de eu acho, eu penso” pelo fato de estar ou achar que está “acima do bem e do mal” por ter acesso a informação, acaba levando as demais pessoas a pensarem como ele, e seus receptores acabam sendo manipuladas pela expressividade e firmeza argumentativa características da maioria dos jornalistas.
Alguns estudantes de jornalismo chegam a "viajar" quando se deparam que estão diante de uma realidade que é permitida para poucos e que seus pensamentos que ora já foram considerados utopia, agora são levados em consideração, assim fazendo o individuo sentir se um pouco” dono da lei”, tudo isso é perfeitamente normal, tampouco porque a verdade do jornalista verdade ou não, é “Verdade” é indiscutível, é o ponto final, porque correta, ou não, clara ou oculta é a única que outrem tem acesso.
A melhor profissão do mundo é viver de mente aberta, disfarçando alguns defeitos, remendando alguns furos e viver com a face maquiada, em um meio onde as caras e bocas estão interligadas, pois aqui se interpretam realidades denunciáveis que não irão denunciar-se, ou seja, ter em mente ou mãos o saber tão precioso que muitos não compreenderiam e nem irão ter oportunidade de compreender. Habilitado ou não, réu é juiz, a mídia dá poder ao jornalista, o status o alimenta e a sua ideologia faz parte da entrevista. Ser um ser pensante é ser jornalista, viver subindo é o crescer no jornalismo, é nunca interromper o aprendizado, é estar ao topo do mundo, sempre procurando um pico mais alto.


Emanuelle Kaliny Rodrigues- Jornalismo

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