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quarta-feira, 14 de maio de 2008

Escárnio

As pessoas querem nos deixar tristes. Não sei quanto a você, mas as lágrimas caem do meu rosto e a culpa não é de ninguém, alem de quem acredita em vãs possibilidades. Bem vindo ao meu mundo, essa sou eu.
Uma pessoa banal e atormentada. Pobre daqueles que me tem por paciente e frágil. As vezes de tão convencidos, permito aos meus carneiros passeios pelas redondezas entre os vales tenebrosos. E por incrível que pareça aqueles lobos, carnívoros e invulneráveis que já me desafiaram, terminam a tarde devorados pela incerteza, de saciarem-se com a carne dos meus filhotes, belos cordeiros treinados para matar, foram um ótimo investimento. Escárnio!

Emanuelle Rodrigues

Cessando o inevitável.

Por: Emanuelle Rodrigues

Andando e desapegando-se de tudo que lhe era de direito, o primeiro homem estaria prestes a conhecer a própria morte (espiritual). Caminhando em situação desconfortável em relação às outras espécies, Adão sabia que seus dias estavam contados no paraíso, conhecido como Jardim do Édem.
Eis a primeira morte, o pecado certamente mataria o homem, pelo menos é o que afirma a igreja e os mais fervorosos adeptos desta fé. A árvore do conhecimento abriria os olhos daquele confuso Adão, agora jaz capaz de discernir entre o bem e mal. Mal que após alguns anos atingiria novamente a tenda dele, quando Caim (filho deste) cometeria o primeiro assassinato, desafiando a sorte e tirando a vida de seu irmão Abel, o pastor de ovelhas.
Depois de tantos séculos, afirmando e reafirmando teorias, a mesma igreja super- protetora, concluiu que o conhecimento, seria a raiz de todos os males. E lhe parecia mais conveniente fechar os olhos do homem, já que este não saberia posicionar-se diante de tantas informações sobre si mesmo. Não é a toa que todo aquele que se colocasse contra ao Teocentrismo, era considerado herege, e merecia morrer, (morrer?) em uma fogueira quentinha para acabarem não matando (matando?) outros que fossem simpáticos aquela idéia rebelde. Então seria isso: Mataria-se um (fisicamente) para não afetar outros (espiritualmente). Então nada melhor que promover a matança de dez mil, para controlar os milhões que ainda estão cegos.
Por outro lado, outras crenças mais espiritualistas, reafirmam que nenhuma morte física, seria suficiente para deter o plano espiritual que cada individuo tem reservado. Ou seja, todo e qualquer homem, teria uma missão a cumprir, e várias vidas até concluí-la. Para prosseguir até um plano de luz.
Ainda ressaltando a questão ideológica, dentro de algumas sociedades, é válido lembrar que a morte ainda carrega seus mistérios, e aterroriza a humanidade, que a todo custo tenta desafiá-la. Seja com a ajuda da ciência, ou das religiões, o fato é que o ser humano não quer conhecer a dama da foice tão cedo.
Entretanto o que a ciência chama de evolução, os sistemas de governo pensam ser inútil. Quando se fala em aumento da expectativa de vida, não devemos nos deslumbrar com a façanha de viver mais. Mesmo porque essa é concebida através de drogas e mais drogas de laboratório. Por outro lado, economicamente um homem inativo pode custar mais que o estado está propicio a financiar. Enquanto os jovens deixam de nascer, interrompidos pelos métodos contraceptivos (cada vez mais usados) os velhos vivem mais. E o que temos? O desequilíbrio na balança da vida.
Ora, sabemos, que além do prejuízo ao Estado, ecologicamente um ser humano vivo e velho não deixa em nenhum instante de ser prejudicial ao meio ambiente. Pois este é tão produtor de lixo quanto qualquer outro com dez, ou trinta anos a menos que ele.
Já, nas artes, a morte tem um campo cada vez mais abrangente, principalmente nas “telonas”, onde filmes que ressaltam a violência arrastam muitos curiosos as poltronas de cinema. A exemplo do filme, Titanic, uma trama que todos sabiam o destino dos passageiros daquele transatlântico.
E se você não sabe vou dar uma dica: o destino é a cidade dos pés juntos. Refúgio onde os passageiros do vôo que seguia até Paris, exibido no filme premonição 1, acabaram encontrando. Esse outro grande sucesso que levou centenas de jovens, e velhos ao cinema. Nada melhor que saborear o desespero daqueles miseráveis perseguidos pela morte.
Voltando ao cenário religioso, reafirmando que uma vida honesta só poderia ser obtida por meio do conhecimento da palavra de Deus, e a busca pelos ensinamentos de seu filho Jesus Cristo, (apocalipse 1:18) “e aquele que vive, estive morto, e eis que estou vivo por séculos dos séculos, e tenho a chaves da morte e do inferno.” Sendo assim todos aqueles que estão vivos em Cristo, precisariam ardentemente deixar a vida ( vida?) que levavam antes gozando abundantemente dos prazeres mundanos, ( escravos do pecado) para ressuscitar junto com o Mestre no fim dos tempos.
Então se para realizar tudo isso o Cristão, ou pecador necessita do embasamento Bíblico e a reflexão do meio que está inserido, para conseguir fugir da morte. Por que o conhecimento é mau? Se ele salvaria o humano já marcado pelo pecado original de Adão e Eva no inicio dos tempos?
A busca pelo oculto sempre está ao redor do homem, seja nos tempos da igreja primitiva, como nos dias de hoje. Missionário ou não, herege ou escolhido, a questão é: o homem vai morrer, e ainda que pareça um clichê: “a morte é a única certeza da vida.” Por isso que cientistas, cineastas, escritores, pastores, padres e ateus, estão vivendo para disseminar a teoria que a morte chega, e que eu e você de alguma maneira (aquela que nos agradar) devemos lutar contra ela. Entanto ainda não descobri o porquê interromper a ordem natural da vida, cessando o inevitável.

domingo, 11 de maio de 2008

Tropeçando nos pedaços de Dani


Por: Emanuelle Rodrigues

Naquela tarde em que a garota penteou os cabelos, a ambiciosa dor voltou ao espelho. Ela sentia-se bem, mas nunca companheira, apenas a única desfigurada do presídio. Ainda que hoje, ela lembre-se muito pouco, de todas as aflições do pré julgamento alheio.
Fora em uma traumática, sexta-feira 13, na mesma que Dani foi parida, e nessa tarde os guardas riram dela. Guardas e militantes da bela e heróica polícia que acredita manter uma ordem, ordem na sociedade civil inexistente. Sociedade de macacos urbanizados que dançam axé, e louvam os demônios sem sentirem-se molhados. Bem vindo ao BRAZIL com Z.
Daniele você tem dor? Oh Daniele, esteja à vontade ai no fundo da jaula. Sente-se naquele sofá convidativo, e finja que amanhã seus crimes estarão esquecidos. Assim como seus filhos lhe ignoram, jogue aquelas fotos na fogueira e acuse a si mesma de estupro. Sabe o que eu acho interessante? Ela parece maligna, ainda me desperta curiosidade. É claro que vocês me condenam, nunca vão além dos estereótipos.
No domingo dia 15 de fevereiro, mataram Dani, e na terça-feira descobriram nossa inocência. Apenas por ontem permaneceram ausentes, hoje abordam nossa nudez em todos os noticiários.
A dor voltou ao espelho, ao espelho da alma ferida diante da culpa que aniquilou a razão. Daniele chorava muito, para ser mais claro, aquela mulher não calava a boca. Eu posso parecer desagradável, e até insensível, ora seria eu humano alimentando-me de bulas e mais bulas de remédios controlados? E não gastaria minha sensibilidade descrevendo o meu próprio presídio.
Era estranho, tão estranho quanto o dia em que ela foi embora. Dani está nas capas de revistas capitalistas e para adolescentes frouxos, aparece em todos os “meios comunicativos” do planeta terra. É idolatrada pelos homens, pelas cigarras e pelos ursos polares.
Já o meu ódio não vem da fama, meu ódio não vem de nada. Eu não tenho ódio, apenas uma tendência a brutalidade incontrolável, padres e freias chorem por mim, hoje a noite está me levando ao delírio, e acabei tropeçando nos pedaços de Dani.


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sexta-feira, 9 de maio de 2008

A Divina vanguarda da aleluia, amém!


Por: Emanuelle Rodrigues

Maria gemia ao céu tamanho era seu destino...
Poesia de brincadeira não é arte!
Estrofe “boa” nasce no ventre lírico do capeta.
Ora, observemos os unicórnios,
E logo lhes darei o vosso lápis,
Menos medíocre que a realidade que nos atormenta.

A menina levada passa a tarde inteira no armário.
Ela não desabrocha para amar o encanto.
Porque o encanto para gente comum não existe.
Gente que esquece o caminho de volta para casa.
Assim fez José, assim me consagrei para os versos.
Nunca mais sai daqui: intolerância com a vida,
É meu nome e sobrenome de casada!


Pois, quando o barbudo saiu para comprar cigarros,
Maria chorou pela virgindade que há tempos não mais tinha.
O problema não estava no tabaco, ou no álcool;
Era a desmerecida causa que levou José ao crime,
Sentia-se traído pela virgem.

E o que faria José longe do credo e das coroas?
Sua virgem não era mais o motivo, de tantas velas.
Poesia de brincadeira não é arte!
Bela, balburdia nossa de cada dia, nos daí hoje um novo ardor.

Segundo Herodes, José parecia calado.
Ao lado de Gabriel parecia mais um mero encarregado de sempre.
O Carpinteiro carregou aquela arma,
Arma de fogo, ódio e rancor pela estátua inanimada.
Adeus poesia, adeus Maria, adeus inspirações do poeta ímpio.
Poesia de brincadeira não é arte!
É manifesto “pseudo” alguma coisa que seja ruim para o novo,
E ainda incompreensível
A Divina vanguarda da aleluia, amém!