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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Sem música, rádio ou companheiro de pescaria.

Arco-íris abandone meu jardim! Nesta casa passará evazivo e só, estará despercebido por longas e marcantes semanas. Sinto muito!
Pois eu cansei... cansei mesmo! Que façam as malas os grandes shows de rock. Férias não são remédio. Está tudo mal.! Tenho a pracha as ondas e o mergulho. Tenho tudo! Menos a vontade de me molhar.
Hoje só devo chorar! Devo até fechar a "cara". Desta vez não exagero, pelo menos hoje a de concordar comigo, é fim de tarde. É fim de mês. Motivos suficientes para manter-se o pranto no coração de um pequeno mal humorado.
Pequeno para aprender a prosseguir. Menor ainda quando se fala em perdoar. Você era bom em tudo, e mesmo que não fosse bom. Seria melhor que qualquer outro. Principalmente em esquecer meus erros.
Homem.... olhe para mim! Olhe e não resmungue! Estou sábado a noite no sofá. Estou triste pela ausência. Falo da sua ausência, pouco me importam as novas garotas.
Arco íris, encaminhe-se a outro jardim. Arco- íris eram bons naqueles fins de semana que viraram fotografia. Essas são as minhas melhores fotos, desfocadas e envelhecidas são meus momentos. Meus momentos em família.
Já aqui, tens um homem feito. Feito e jamais perfeito. Tenho dezenas de defeitos. Mas ainda alimento alguns sonhos. Continuo navegar sem os remos, sou homem. Bom e insuficiente. Incompreendido e sem companheiro de pescaria.
Pior que isso é lembrar.... lembrar e contentar-se com nostalgia. Falando em passado, recordo o dia que cheguei depois das 5 horas. A madrugada corria e nós apertavamos as mãos. Madrugada que assumimos um compromisso: falar a verdade, a verdade que fez falta em algumas famílias. Em algumas. Graças a Deus que levei palmadas e xingos, porque sempre falei a verdade.
Ora, palmadas, e xingos não trazem dor. Alguns me trouxeram sabedoria. Doloso é olhar para dentro dos comodos e nada enxergar. Nada além das falhas. Minhas falhas, meus deslizes. Como cair nas pedras e não escutar os sermões. Porque fingia não ter aprendido. Acabava caindo de novo. Ouvindo as risadas dos amigos, e lá vinha você franzindo as sombrancelhas.
Se eu soubesse que era tão simples acatar vontades. Que o dificil mesmo era não ve-lo viver. Nunca reclamaria! Bons tempos aqueles, que só tinha como obstaculo um sujeito barbado dividindo comigo o espelho do banheiro.
É.... agora tudo que tenho resume-se a um rádio. Desligado, sempre desligado. Muito pouco para quem passou tardes e noites ouvindo a contra gosto cancioneiros e aquela bendita interferencia. Que interferencia mais irritante! Interferencia que não acontece no presente. Enfim assim termino a história: sozinho! Sem música, rádio ou companheiro de pescaria. Estou só! Despercebido, abandonado e pálido, mais um arco-íris ignorado.

Por: Emanuelle Rodrigues.


Dia triste dia só!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

A agonia do A

A vastidão da mata me comove.
A vastidão do tempo me corroe.
A lentidão da vida me distrai.
A lentidão da morte me oprime.
A indecencia pura me seduz.
A indecencia humana me enfurece.
A rebeldia nova me traz o vento.
A velha rebeldia me traz as folhas secas.
A menina boa me lança dardos.
A menina velha me lança o passado amargo.
A boca suave me declama lembranças.
A boca humana me escandaliza com verdades.
A perda de tempo me alimenta aos sábados.
A perda de amigos me atormenta como relógios.
Não gosto de ponteiros.
Nem sou fã de calendário.

Por: Emanuelle Rodrigues.

É hora de acordar: Bem ou mal é segunda-feira!

Segunda feira, sempre chega esta penúria! Malditos domingos que cessam rápido. Aqui estou eu. Mais uma manhã. Esquecido e na cama. Pareço sedado, mas não pense mal de mim. Baby, estou somente retido.
Aparentemente até pareço com alguém. Alguém que agora não me lembro o nome. Bobagem humana é usarmos nomes. Nas vacas usam carimbos, em pessoas um apanhado de letras.
Voltando a minha cama, de fato estou pior que ontem. Apesar que antes de ontem eu até dava um "caldo". Baby, as meninas até brigavam por mim. Hoje ainda brigam. Porém mais velhas, sistemáticas e com milhares de rugas.
Discutir cenas antigas é bom. Até esqueço de abandonar o pijama. O que é uma das burrices minhas. Para que o pijama se tenho insônia?
Sair de casa as vezes é bom!Gastar dinheiro que torna esses passatempos horripilantes. Não compro balas, abandonei a gravata. Por que gastaria cédulas com roupa de aposentado? Estou indignado, brabo e sumido! Vou agora mesmo me livrar daquele pijama, e lhe comprarei camisola novas.
Ah.....Domingos. Ainda não descobri porque não gosto deles. Boa mesmo é a sexta-feira. Nas sextas ando embriagado, jogo baralho e vou a casa dela. Ainda que eu não tenha ela, porque sou soberbo. Dei fim nos meus romances temporários,e gosto de homens porque mulher eu sou.
Luares sagrentos e tediosos sempre acabam antes da hora. Os suspiros do vento lá fora soam como imperadores bossais. Batem no vidro porque hoje está acabando o fim de semana. Esqueceu meu jovem que Domingos não são amigos? Eles já nasceram. Normais e bandidos. São nessas noites que perco a linha. São nessas noites que eu te ligo. Entendeu?
Bem, agora sabemos que pijamas lembram silêncio. Silêncio de Capela. Capelas trazem luto, velhas e insônia. Capelas mesquinhas! Gostam de abrir as cortinas com força, badalam sutilmente o sino. Entra na igreja a donzela. Acalme-se desta vez não seria eu a noiva saltitante.
Fim de linha, chegamos ao fim do parágrafo. Andei, rosnei e acabei o baile sozinha. Lá se vão meus planos de começar uma semana apaixonada. Ou não reparou no menino desastrado que acabou de ralar os joelhos?
Veja como é belo! Está no mundo a passeio, veio até aqui andando de bicicleta. Implicancia? Nada...! O problema é não concordar com ele, em nada. Nem parece que estamos apaixonados. É hora de acordar: Bem ou mal é segunda-feira!
Por: Emanuelle Rodrigues.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Sessão da tarde

Bily gosta de roubar beijos;
Iasmim destesta comprar pipoca.
Bily permanece todos os dias lá.
e Iasmim sequer apareceu hoje por aqui.
Bily é homem de fé.
Iasmim mora ao lado do bar.
Bily ganhou brinquedos de natal,
e Iasmim amanheceu levando tabefes na calçada.
Bily até prefere rock'n roll.
Iasmim é doida por ramones.
Bily cumprimenta estranhos,
e Iasmim odeia patricinhas.
Bily coleciona discos de vinil.
Iasmim não perde nenhum capítulo da novela.
Bily não repitiu nenhuma série.
Iasmim estuda para o vestibular de Letras.
Bily não liga para ninguém.
Iasmim usa unhas compridas.
Bily toma cerveja e sai com as amigas,
e Iasmim dorme tão cedo que acorda sozinha.
Bily não é filho de mãe solteira.
Iasmim coleciona vizinhos e madrinhas.
Bily é cineasta amador,
e Iasmim viciou-se em anfetamina.
Bily sabe falar muito bem inglês.
Iasmim sabe tocar guitarra.
Bily tem cara enfezada,
e Iasmim há pouco tempo largou das bonecas.
Bily aprendeu a ter paciência.
Iasmim vive atormentando os padres.
Bily gosta de santos,
e Iasmim faz poses no espelho.
Bily gasta toda grana em livros.
Iasmim ganha horas conectada.
Bily disfarça bem o ciume.
e Iasmim não suporta o abandono.
Bily fuma desde os 13 anos.
Iasmim usa calcinha de rendinha.
Bily esconde a calvice com boné.
e Iasmim usa um figurino " fim da década de 60".
Bily vai embora amanhã cedo.
e Iasmim acabou de ser demitida.
Bily gosta de filmes.
Iasmim vai aos sábados no cinema.
Bily senta-se no canto sozinho.
Iasmim não encontra lugar perto da saída.
Bily olha atordoado para frente.
Iasmim pode desistir de ver o filme.
Bily sorri e aponta uma poltrona,
e Iasmim sem graça tem que aceitar.
Bily gosta de roubar beijos;
Iasmim detesta comprar pipoca.




Por: Emanuelle Rodrigues

Observações: Tudo que falei é ficção. Da vida hoje muito vivi, e algumas coisas desvendei, sobre essas debato, essas até sei. Sobre a relação acima posso saber muito, mas de outros personagens sei nada, principalmente detalhes como dia-dia e passatempos.


Entretanto confesso, que a inpiração não veio voando. Estava tão perto que surrupiei : cumplicidade e a paixão de dois amigos meus: Tiago E Mary ( ou Maria), um casal que rouba beijos, que vai ao cinema, e tenho plena certeza que deixam de lado a pipoca.


Obrigado pela força, desejo a todos bons filmes, além de muita paz e amor aos rockeiros apaixonados de plantão.




Por: Emanuelle Rodrigues 13-02-08.












terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Parem os Casamentos! Aumentem o som!

.
Por: Emanuelle Rodrigues
Mulher siga em paz... esqueça o casório.
Faça o melhor enquanto há coragem.
Quanto a luxúria não resta dúvida.
Lúxuria é fato.
Luxúria é luto.
Não sou bom partido!
Sou humano!
Minha mãe era carnivora,
e meus dentes eram de "leite".
Não pareço louco.
Por isso eu sou.
Sei controlar a maldade.
e também desviar-se do amor.
Todos os dias são bons!
Aprendo experiências,
e acumulo dezenas de garrafas vazias.
Vendo qualquer amizade.
vendo mesmo!
Qual é o seu preço?
Quanto você vale?
Tola!
Fraca!
Você vale o que come!
É referente ao que almeja.
Almeja dor?
Deseja Injurias?
Então você vale... bem esquece.
Durma aqui no sofá esta noite.
Mercenária!
Afogue-se , mas controle-se!
Respire, chore.....
Da minha parte está tudo bem!
Me sinto feliz.
Sem recessentimentos....
Você vale o que come!
Existe maior prazer?
Prazer real e barato.
Gosto de ve-lá irada...
Gosto mesmo!
Bem vinda ao meu submundo.
Alimente-se... e rápido,
Deve conservar o hálito enjoado.
Alimente-se... e logo,
Deve multiplicar o que tens sofrido.
Alimente-se...
Deprida e sem talheres.
Só não sei o que achou de tão bom...
Qual é o gosto? Que tempero tem?
Oh céus,
Isto é... água de privada!
Mas já que resiste...
e permanece segura desta vaidade.
ajoelhe-se e me trague até incendiar.
Mulher!
Leve meu dinhero embora,
Doidivanas!
Leve minha consciencia...
Amanhã estará ali.
Deitada em minha porta,
de cabelo sujo e batom borrado.
Irada!
Furiosa!
Amantes são assim:
Vendem-se por Wisky.
Doam-se por tesão!
Case-se enquanto batem os sinos,
antes que eu a perca do meu caminho.
E receio que será verdade desta vez.
Por: Emanuelle Rodrigues.
.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Tão sentado, alternativo e revolucionário!

Além do que gostaria.
Segui pela esquerda irado.
Ganhei um aperto de mão.
Conservei uma vela acessa.
Naquela tarde me peguei feliz!
Mas somente naquela.
Certas vezes sou tão eu que...
esqueço a naturalidade do personagem.
Roteiros simples embrulham a vida.
Pois, o que me agrada são as bandeiras.
Que falhem todos os rituais!
Abaixem as armas e ergam-se os vestidos!
O que me assusta não vêm de fora.
Vêm de dentro.
Dentro da garganta,
aqui alimento o "não dito".
Alguns chamam de cuspe.
Eu chamo de perdão.
Vestido ou nu.
por vaidade
ou desprotegido,
abominei aos céus.
Errei! Confesso: Errei feio!
Hoje menos idiota e nem tão bebado,
Apaguei todas as luzes.
Em meio ao silêncio...
a criatividade surtou!
Deu vontade de não ser ninguém,
Cansei de passear.
Pois quando a luz da vela cessar.
Sem dúvidas estarei aqui:
Tão sentado, alternativo e revolucionário.
Oh raios , que vida de cinzeiro!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Chuva ácida

Tenho mapas nas mãos.
mas nunca o destino.

Confronto todas as platéias
de olhos abertos.

Furia é vício!
Sempre traz risadas.
Corrupção que vêm da lingua.
Lingua indiscreta,
depois do beijo.
Suspeito do papel, do bilhete
do comum.
Ódio não é crime!
é menos sujo que intolerancia.
Na superficie da alma,
tenho chagas.
Termino o dia exausto.
Afio no rosto
as facas.
Ganho tapas, marcas e magoas.
Coleciono facas.
Após a violência desfruto do talento.
Tenho mapas nas mãos
mas nunca o destino.

Ainda não descobri o que busco.
Tampouco pertenci a quem espero.

Por: Emanuelle Rodrigues

By Janis

"Tudo é sentimento... como sexo, só que mais abrangente. É uma mistura de amor, desejo e calor; aquela coisa em nossos corpos que todos nós sacamos... Quando estou cantando não penso. Só fico ali, com os olhos fechados, sentindo, me sentindo bem." - Entrevista a Hubert Saal do "Newsweek" (24 de fevereiro de 1969)

Janis Joplin