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terça-feira, 29 de abril de 2008

a Fuga da coisa não é mais fuga.


Por: Emanuelle Rodrigues


Beijar os prédios é meio insano;
Viver a morte é ideologia...
Queimar os panos não é segredo,
E o respeito jaz covardia.

Nosso destino faz o destaque,
Não causa danos, ou arromba cofres,
meu ritmo pode parecer sem pressa, mas atropela alguma sorte...

A Fuga da coisa não é mais fuga.
A fuga da coisa que eu causei!
A fuga da coisa não: É mais fuga!
E A MINHA ARTE FORA EMBORA!
Atormentada!

A melhor pose é a destronada...
A melhor droga apodrece insípida,
A melhor dose vem da mistura...
Que apimenta o poder da língua!
E aumentam-se os erros
E aumentam-se as vozes.
Estão aqui os reis bacanas:
Do império das ciladas...
Agora são mais tapas bacanas voando por lá,
E menos tapas em babacas alegrando o: aqui...
Por que:

A Fuga da coisa não é mais fuga.
A fuga da coisa que eu causei!
A fuga da coisa não É mais fuga,
E A MINHA ARTE FORA EMBORA.
Pegou o chapéu...

Meu personagem está mascarado
Ele corre e salta, até pula as lápides,
Que fuga é essa que estou agora?
Lançado a morte pela escada.
Que fuga é esta que estou a agora?
Com minhas roupas destroçadas...

Então larguemos nós daquela idéia e fomos à busca
De nossos medos...
Enfrentamos todos os piratas...
E aturamos outras torturas maiores....
E quando finalmente sedados para a próxima experiência:
Decidimos nos embriagar aqui.

A Fuga da coisa não é mais fuga.
A fuga da coisa que eu causei!
A fuga da coisa não É mais fuga, E A MINHA ARTE FORA EMBORA, acompanhada pegou carona....e vai de chapéu seguindo o ritmo até a boa e velha Califórnia.

Por: Emanuelle Rodrigues

terça-feira, 22 de abril de 2008

30 abnegados de sanidade como eu

O Álcool soa puro, mas a verdade é destilada.
Nasci meio perdido nessa infame indagação.
As pessoas me perguntam, falam, e apontam pra cá dizendo:
-Como está à dona bela insegurança?
Ora...
Seria menos defunto
Estaria menos devasso
E sempre a alguns passos de pisar no campo das granadas.
E se assim fizesse!
Sentiria minhas vísceras sobrevoar os milharais de matutos.
Olhem só quanta podridão escarrada no curral daquelas éguas?
Olha quanto repudio eu causo a sociedade que recrimino?
Só me resta vomitar sobre seus cabelos oleosos.
Bem a noite as pessoas dormem,
E eu reclamo por viver acordado.
Não vivo acordadom,
Nem durmo,
Abro os olhos, fecho....
Agora estou a margem da insufiencia e enchendo o bolso curando 30 abnegados de sanidade como eu.

Por: Emanuelle Rodrigues

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Orkut


O pomo virtual da discórdia.
Por: Emanuelle Rodrigues

Da citação de Aristóteles: "o homem é por natureza um animal político”, vendendo o próprio peixe que a sociedade começa a adentrar na era pós internet. Dessa influencia analise o que seria em si: a realidade virtual. Nada mais que um ritual de acasalamento entre indivíduos desconhecidos. Divulgando sua maneira de ser. (como qualidade, defeitos e crenças) Ou seja, olhando mais a fundo a gigantesca e catastrófica popularidade dos sites de relacionamento, como o Orkut (por sinal o mais popular de todos). Torna-se nítido o efeito "voyeur" na vida de centenas de internautas sendo a maioria um publico jovem entre 12 e 25 anos.
As relações sociais desses usuários acabaram resumindo-se ao: wide word web. Aqui fazem amigos, conhecem suas futuras esposas, e destroem namoros bicentenários e vulneráveis ao assédio, que só é permito nesta rede de amigos e rivais.
O mesmo publico que hoje, tem como principal vício gastar horas e horas na rede, espiando o perfil de amigos e até mesmo de desafetos. Deveriam, ou poderiam estar gastando esse potencial criativo em leituras e releituras de temas que poderiam trazer maior noção da realidade onde estão inseridos. Mas não o fazem.
Ainda que a ligação virtual não pareça nociva, ela pode ser ocultar facetas, como os tão comuns falsos profiles, também chamados de Fakes. Aqui podem esconder-se usuários travessos ou até mesmo criminosos que usufruem dos mecanismos da internet em benefício próprio.
E mesmo que o poder de invasão não seja o principal pecado desta. O pomo da discórdia veio a ser lançado em muitas famílias que acabaram seduzidas pelos laços da virtualidade. Ora, o diálogo entre pais e filhos parece ser colocado em segundo plano. Pois o homem social tecla, tecla e divide seu tempo entre obrigações do cotidiano e teclar.
Agora apegand0-se a citação inicial do homem e a política, que podemos fundamentar a necessidade do ser humano a comunicar-se e vender sua imagem. Casado, solteiro ou sem resposta definida para a questão, precisa manter eternamente um perfil atrativo diante dos outros milhões iguais a ele. "o homem é por natureza um animal político" e precisa convencer a todos que ele é tão bom a sociedade que o alimenta.

Por: Emanuelle Rodrigues


sábado, 12 de abril de 2008

No escuro


Por: Emanuelle

Migalhas de horror no quarto ao lado. Humores alterados e nada de luzes no corredor. É outra vez aquela esquisita, de cabelos curtos e comportamento medonho, comportamento que a identifica como underground.
Bem, a conheço por Marina, aquela...
Que cresceu sem futuro, e vive o presente como uma bruxa maquiada. Ela esconde o boletim no bolso, ela precisa de novo um palavrão. Nesta tarde liberou seus instintos no parque, esmagando os sonhos de dez criancinhas, filhas de doutores e "fanfarrões".
Marina é erva da boa. Maquiavélica se faz venenosa, desfila pela casa só de calcinha atrasando os campos de concentração. Lançando perfume como ninfa vulgar, está a principio da nova overdose. Sempre bufando sobe a escada calada. Bufando sobe a escada para aquele ardente suicídio, também chamada de vida.
Menina, mulher desprovida de carinho, menina mulher de carne humana. Hoje está algemada a teorias, algemada a "breguices" passageiras. Quisera ela um vestido de pano, quisera um vestido de fêmea.
Enganada pelas revistas, foi seduzida pelos alardes homicidas. E estando a margem da verdade, empinou as nádegas para acasalar. O macho tem forma de pedra, todo macho tem um "quiçá" de coração ausente”. Pois Marina almeja ser assistida pela concorrência”. Por isso chora as lágrimas de todas as santas “Marias" de sua família. Assim vai caminhando a maldita. Maldita por ser dominada pelos parceiros para mostrar as amigas que nasceu mulher.
É esse o desejo ferrenho que a joga naquela sarjeta, está apanhando pelas mentiras que viveu. Mais um dia humilhada devido as verdades que ocultou, assim acaba como as outras , lavando pratos encima da barriga.
Mulher de pescador como você que acorda nua ao lado de tubarões. Boa esposa, e boa de tudo. Inclusive melhor ainda como suicida. Fraca, fraca, nasceu polêmica. Polêmica de tão fraca! Engana a baleia interior com sibutramina, veste lingerie vermelha e scarpin. Carrega no bolso a agenda dos números de homens que não ama, e nunca de alguém que a tenha por "gente".
Pobre de ti Marina! Anseio um dia vê-la longe dessa atmosfera de prostíbulo. E nunca mais ter de fugir quando a encontrá-la ferida e alcoolizada em meu corredor. Boa sorte na próxima vida, agora se dirija a seu quarto está fazendo muito barulho chorando as mágoas comigo aqui no escuro.


Por: Emanuelle Rodrigues




quinta-feira, 3 de abril de 2008

A multiplicação dos farelos e das escamas

- Hei Jonh... Coloque os óculos escuros! Na Califórnia as meninas têm seios, pernas e beijam ardentemente os bandidos e tatuados.

( gargalhadas)
- Ora, onde estamos? e Que maldito ruído é esse?

- É um som depravado! São gemidos, gritos e sofrimento. Luxuria... escorrendo em nosso assoalho, em plena hora do almoço. Então o que me diz?

- O que faz a perda de tempo aqui, ser melhor que o tédio de acolá? O que viemos buscar aqui Pete?

- Buscar... Algo parecido com o amor que sentíamos ao desejar a euforia alheia.

- Nunca desejei nada. Minhas mãos sempre permaneceram "sacras"! (risos)

- Já os pensamentos... Eram sempre ímpios, tremulantes comandando a gangue dos bons.
-A gangue dos... Santos que daqui há décadas pertencerá ao passado?
- Ah... o passado! Velhas ruínas e ruídos de um comportamento bastante antiquado.
- Bem vindo ao meu mundo Shotton, esse sou eu! E Essa é a minha banal biografia...
- Tudo bem... Esqueça a brincadeira, pequeno Winston! Nunca saímos da Inglaterra... por isso afogamos nossas magoas em livros de matemática... Certo?
- Cale-se! Ainda não descobri o resultado para essa equação, meu forte é poesia. Malditas sejam todas as professoras de matemática. Não são mulheres, agem como dragões... Por isso seus maridos são todos alcoólatras.

Por: Emanuelle Rodrigues