Por: Emanuelle Rodrigues
Beijar os prédios é meio insano;
Viver a morte é ideologia...
Queimar os panos não é segredo,
E o respeito jaz covardia.
Nosso destino faz o destaque,
Não causa danos, ou arromba cofres,
meu ritmo pode parecer sem pressa, mas atropela alguma sorte...
A Fuga da coisa não é mais fuga.
A fuga da coisa que eu causei!
A fuga da coisa não: É mais fuga!
E A MINHA ARTE FORA EMBORA!
Atormentada!
A melhor pose é a destronada...
A melhor droga apodrece insípida,
A melhor dose vem da mistura...
Que apimenta o poder da língua!
E aumentam-se os erros
E aumentam-se as vozes.
Estão aqui os reis bacanas:
Do império das ciladas...
Agora são mais tapas bacanas voando por lá,
E menos tapas em babacas alegrando o: aqui...
Por que:
A Fuga da coisa não é mais fuga.
A fuga da coisa que eu causei!
A fuga da coisa não É mais fuga,
E A MINHA ARTE FORA EMBORA.
Pegou o chapéu...
Meu personagem está mascarado
Ele corre e salta, até pula as lápides,
Que fuga é essa que estou agora?
Lançado a morte pela escada.
Que fuga é esta que estou a agora?
Com minhas roupas destroçadas...
Então larguemos nós daquela idéia e fomos à busca
De nossos medos...
Enfrentamos todos os piratas...
E aturamos outras torturas maiores....
E quando finalmente sedados para a próxima experiência:
Decidimos nos embriagar aqui.
A Fuga da coisa não é mais fuga.
A fuga da coisa que eu causei!
A fuga da coisa não É mais fuga, E A MINHA ARTE FORA EMBORA, acompanhada pegou carona....e vai de chapéu seguindo o ritmo até a boa e velha Califórnia.
Por: Emanuelle Rodrigues
Viver a morte é ideologia...
Queimar os panos não é segredo,
E o respeito jaz covardia.
Nosso destino faz o destaque,
Não causa danos, ou arromba cofres,
meu ritmo pode parecer sem pressa, mas atropela alguma sorte...
A Fuga da coisa não é mais fuga.
A fuga da coisa que eu causei!
A fuga da coisa não: É mais fuga!
E A MINHA ARTE FORA EMBORA!
Atormentada!
A melhor pose é a destronada...
A melhor droga apodrece insípida,
A melhor dose vem da mistura...
Que apimenta o poder da língua!
E aumentam-se os erros
E aumentam-se as vozes.
Estão aqui os reis bacanas:
Do império das ciladas...
Agora são mais tapas bacanas voando por lá,
E menos tapas em babacas alegrando o: aqui...
Por que:
A Fuga da coisa não é mais fuga.
A fuga da coisa que eu causei!
A fuga da coisa não É mais fuga,
E A MINHA ARTE FORA EMBORA.
Pegou o chapéu...
Meu personagem está mascarado
Ele corre e salta, até pula as lápides,
Que fuga é essa que estou agora?
Lançado a morte pela escada.
Que fuga é esta que estou a agora?
Com minhas roupas destroçadas...
Então larguemos nós daquela idéia e fomos à busca
De nossos medos...
Enfrentamos todos os piratas...
E aturamos outras torturas maiores....
E quando finalmente sedados para a próxima experiência:
Decidimos nos embriagar aqui.
A Fuga da coisa não é mais fuga.
A fuga da coisa que eu causei!
A fuga da coisa não É mais fuga, E A MINHA ARTE FORA EMBORA, acompanhada pegou carona....e vai de chapéu seguindo o ritmo até a boa e velha Califórnia.
Por: Emanuelle Rodrigues


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