Por: Emanuelle Rodrigues
Maria gemia ao céu tamanho era seu destino...
Poesia de brincadeira não é arte!
Estrofe “boa” nasce no ventre lírico do capeta.
Ora, observemos os unicórnios,
E logo lhes darei o vosso lápis,
Menos medíocre que a realidade que nos atormenta.
A menina levada passa a tarde inteira no armário.
Ela não desabrocha para amar o encanto.
Porque o encanto para gente comum não existe.
Gente que esquece o caminho de volta para casa.
Assim fez José, assim me consagrei para os versos.
Nunca mais sai daqui: intolerância com a vida,
É meu nome e sobrenome de casada!
Pois, quando o barbudo saiu para comprar cigarros,
Maria chorou pela virgindade que há tempos não mais tinha.
O problema não estava no tabaco, ou no álcool;
Era a desmerecida causa que levou José ao crime,
Sentia-se traído pela virgem.
E o que faria José longe do credo e das coroas?
Sua virgem não era mais o motivo, de tantas velas.
Poesia de brincadeira não é arte!
Bela, balburdia nossa de cada dia, nos daí hoje um novo ardor.
Segundo Herodes, José parecia calado.
Ao lado de Gabriel parecia mais um mero encarregado de sempre.
O Carpinteiro carregou aquela arma,
Arma de fogo, ódio e rancor pela estátua inanimada.
Adeus poesia, adeus Maria, adeus inspirações do poeta ímpio.
Poesia de brincadeira não é arte!
É manifesto “pseudo” alguma coisa que seja ruim para o novo,
E ainda incompreensível
A Divina vanguarda da aleluia, amém!
Maria gemia ao céu tamanho era seu destino...
Poesia de brincadeira não é arte!
Estrofe “boa” nasce no ventre lírico do capeta.
Ora, observemos os unicórnios,
E logo lhes darei o vosso lápis,
Menos medíocre que a realidade que nos atormenta.
A menina levada passa a tarde inteira no armário.
Ela não desabrocha para amar o encanto.
Porque o encanto para gente comum não existe.
Gente que esquece o caminho de volta para casa.
Assim fez José, assim me consagrei para os versos.
Nunca mais sai daqui: intolerância com a vida,
É meu nome e sobrenome de casada!
Pois, quando o barbudo saiu para comprar cigarros,
Maria chorou pela virgindade que há tempos não mais tinha.
O problema não estava no tabaco, ou no álcool;
Era a desmerecida causa que levou José ao crime,
Sentia-se traído pela virgem.
E o que faria José longe do credo e das coroas?
Sua virgem não era mais o motivo, de tantas velas.
Poesia de brincadeira não é arte!
Bela, balburdia nossa de cada dia, nos daí hoje um novo ardor.
Segundo Herodes, José parecia calado.
Ao lado de Gabriel parecia mais um mero encarregado de sempre.
O Carpinteiro carregou aquela arma,
Arma de fogo, ódio e rancor pela estátua inanimada.
Adeus poesia, adeus Maria, adeus inspirações do poeta ímpio.
Poesia de brincadeira não é arte!
É manifesto “pseudo” alguma coisa que seja ruim para o novo,
E ainda incompreensível
A Divina vanguarda da aleluia, amém!


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