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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Morte pelo rei, risos para o rei e pranto junto ao rei

Por: Emanuelle Rodrigues.

Aquele olhar persuadiu meu ego então censurado! E dali por diante, nasceu aquela vontade louca de fugir. Acreditei que poderia encontrar dois caminhos, mas nenhum caminho me norteou ao destino certo. Hoje você aparece linda, em qualquer concerto por ai a fora. Amanhã me desconserta e deixo de fazer novas canções de protesto, para um dia ser digno de ser chamado pelo nome.
Mas tudo bem baby! Estou fora, estou banido! Estou a sete mil léguas dos seus pés. Estou a sete mil léguas de qualquer civilização honesta. E isso não me incomoda nem um pouco. Sou bruto demais para jantares em família. Sou certo demais para formar uma nova quadrilha. Sou esperto demais para acreditar em você, e certas vezes torno-me inutil quando você não liga para minhas meninices.
É... se continuassemos assim seriamos a fase mais intrigante da lua. E se ao menos tentassemos sair daqui, seriamos o sol de alguns daqueles humanos que encontramos ali na rua. Não estariamos favorecidos. Nem de todo censurados.
Ás vezes você me pergunta o que encontrei do lado de lá. Mas é pior quando você não me pergunta nada. Prefiro correr até lá e trazer ajuda, do que ser incitado a me calar. Não digo que não tenho medo, de sorte que demoro a desistir. Pareço piedoso, pareço jornalista, pareço um monte de seres ilustres , mas acabo como todos os outros, com a cortina fechada e os tomates amassados em minha cara. Essa é atransfiguração do bobo da corte, essa é a resenha de um homem sem gracinhas a contar. Esse é o final trágico do novo escravo do rei, que não ri pela ausência do motivo. Aquele olhar persuadiu meu ego então censurado, mas seria melhor se eu não estivesse prestes a ser enforcado. De fato é uma pena! Morte pelo rei, risos para o rei e pranto junto ao rei.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Madrugadas literárias

Por: Emanuelle Rodrigues

Eu prometi a ela que aquele era o meu ultimo cigarro! Deixei de lado as minhas carências. E busquei naqueles braços todo amor que as noites me ofereciam. Entendi que nem tudo na vida é festa, e por um bom tempo molhei com meu pranto suas roupas limpas. E isso era bom!
Mas Juliana era mulher de cabeça feita, e com o tempo aprendeu criticar os meus erros, principalmente o de não usar gravata.
Rapidamente as noites surrupiaram o seu sorriso. E em questão de meses a bela estava comigo e por mim, chorando mergulhada nos desvaneios daquela "pândega".
Nunca entendi como alguém pode gerar tanta armargura naquilo que era tão simples e tímido. Nosso amor era como uma margarida, sem muita pompa e perfume . E isso o fazia ser melhor que os prazeres, imprudências que nunca abrimos mão. Ora, eramos dois insensatos personagens literários. Eu um Dom Quixote, e você uma versão mais meiga de Joana D' Arc.
Hoje... o presente mórbido e real arrebenta nossos laços. Juliana me aconselhou, e como de prache eu não a escutei. Achei que a saudade faria bem a dois corações instáveis. Entretanto nem só de coração é feito o amor. É feito de toque, é feito de confiança, é feito de tudo menos distância que nos transformou em o que somos agora: independentes. Sem o vêneno da sedução e as pílulas de rebeldia.
Oh! Minha bela, e isso é muito ruim! Porque voltei a fumar, e entreguei a rua essa cruel decadência. Hoje caminho só e minhas roupas estão todas sujas. Enquanto você vive a toa, desfilando pelas madrugadas literárias de outro maníaco apaixonado. Porém mais sensato que eu, porque ele ainda têm você!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Por ela e para ela

Por: Emanuelle Rodrigues

Ela está acima do que poderia alcançar. Ela está abaixo da ilusão, mas acima do que considero fantasia. Mas ela anda por lá, vagando com outras dezenas de realizações. Alias sonhos de realizações. Se é que tenho algum sonho a realizar nesses dez minutos que me restaram para almejá-la.
Mas o nome dela eu poderia saber, o nome de alguém que eu pudesse lamentar. Lamentar por não ter, lamentar por desejar. Não me conformo em chamá-la por ela. Mas insisto que ela em algum lugar deve brilhar.
Deve ser simpática. Ou talvez se mantenha recatada. Pode ter 24 anos, ou apenas estar na crise dos 30. Talvez ela fale alemão, e quem sabe até acredite em duendes. Bonito seria se olhasse para o horizonte, e magnífico se cuidasse de mim enquanto agonizo minha insatisfação.
E para ela eu declararia minhas emoções, ou esses sentimentos instantâneos que nascem todo final de semana quando me sinto vazio. E por ela não poderia ser diferente, por ela eu até voltaria a tocar violão. Cortaria os cabelos, ou deixaria crescer a barba. Mas ainda não desacreditei, mesmo que eu não a alcance, o que me acalma é saber que ela está em algum lugar. Longe ou perto, um dia deixara de ser ela e a minha poesia terá finalmente um nome: o dela.