Tenho mapas nas mãos.
mas nunca o destino.
Confronto todas as platéias
de olhos abertos.
Furia é vício!
Sempre traz risadas.
Corrupção que vêm da lingua.
Lingua indiscreta,
depois do beijo.
Suspeito do papel, do bilhete
do comum.
Ódio não é crime!
é menos sujo que intolerancia.
Na superficie da alma,
tenho chagas.
Termino o dia exausto.
Afio no rosto
as facas.
Ganho tapas, marcas e magoas.
Coleciono facas.
Após a violência desfruto do talento.
Tenho mapas nas mãos
mas nunca o destino.
Ainda não descobri o que busco.
Tampouco pertenci a quem espero.
Por: Emanuelle Rodrigues

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