Sabem aqueles dias, que o progresso é confuso, e as mudanças trazem uma nuvem de nostalgias? A presença de maldade acalma minha abstinência. Essa gaiola de segredos me faz sentir o que os outros buscam nas alturas.
Declarar tristeza render-se a saudade, é muito previsível para nós que vivemos sedados. Tocar violão, compor estrofes de amor, é inusitado, quando se é brutal por inexperiência. Ser inexperiente não é problema quando se ama. O problema é não saber amar, e ter vivido muito.
Até gostaria de degustar uma pitada dessa confiança. Ainda que meus intestinos estejam tão pervertidos ao ordinário partido habitual. Em vista disso, roubei as chaves do calabouço. Tenho certeza que logo à tarde, vamos magoar as regras deixando transparecer as vergonhas ocultas, se é que elas sobreviveram ao holocausto, proporcionado pelo álcool.
Overdose injuria difamação, somos nós mesmos. Comportando-se como antiquados pretensiosos. Porque já entendemos que felicidade pode ser nociva. Ou existe veneno mais cego, que reconhecer a distância de quem não aprendemos amar?
Agora me traga o violão. Estou parindo novas queixas; As aflições prosperam o entusiasmo. Posso parecer triste, mas é só idealismo. Perversa é a consciência literária.
Emanuelle Rodrigues
Obs.: O que vocês esperam de mim? É como um câncer. Não depende de amigos ou quadrinhos, estou acabando em lágrimas. Não consigo deter a sensação de perda. Preciso fazer algo. Preciso e não faço.
Declarar tristeza render-se a saudade, é muito previsível para nós que vivemos sedados. Tocar violão, compor estrofes de amor, é inusitado, quando se é brutal por inexperiência. Ser inexperiente não é problema quando se ama. O problema é não saber amar, e ter vivido muito.
Até gostaria de degustar uma pitada dessa confiança. Ainda que meus intestinos estejam tão pervertidos ao ordinário partido habitual. Em vista disso, roubei as chaves do calabouço. Tenho certeza que logo à tarde, vamos magoar as regras deixando transparecer as vergonhas ocultas, se é que elas sobreviveram ao holocausto, proporcionado pelo álcool.
Overdose injuria difamação, somos nós mesmos. Comportando-se como antiquados pretensiosos. Porque já entendemos que felicidade pode ser nociva. Ou existe veneno mais cego, que reconhecer a distância de quem não aprendemos amar?
Agora me traga o violão. Estou parindo novas queixas; As aflições prosperam o entusiasmo. Posso parecer triste, mas é só idealismo. Perversa é a consciência literária.
Emanuelle Rodrigues
Obs.: O que vocês esperam de mim? É como um câncer. Não depende de amigos ou quadrinhos, estou acabando em lágrimas. Não consigo deter a sensação de perda. Preciso fazer algo. Preciso e não faço.
Por: Emanuelle Rodrigues


3 comentários:
Oi Emanuelle... Bem, meu blog está mais voltado ao público masculino, apesar que só tem 1 homem comentando... hehee, mas com certeza, toda mulher é bem vida à vida de um cafajeste.
Voltarei aqui pra ler o blog com calma depois (daqui uns 15 dias) e comentar, estarei viajando logo, mas voltarei por aqui.
Beijos..
tesão de frase aí embaixo!
\o/
manu, teu blog é muito bom, teus textos e tuas idéias também.
quero te fazer uma sugestão: dá um jeito de ir à são paulo pra ver a exposição da yoko ono, no centro cultural do banco do brasil. até março de 2008.
beijo
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