Inspiração é mortífera. Parece céu nublado, infestado de ficções resultantes da solidão. Dimas vai se embebedar, e logo surgirão os vestígios da extravagância. A velocidade é alta, e as malas importunam o lombo. É o dilema de forasteiro, é a incógnita do indiscreto.
Novos ares renovam as aptidões. Reputações manchadas e novas queixas, é tudo que ele quer, é tudo que Dimas precisa. Guerras, prostíbulos, vísceras, maldade fazem a sua variedade, glorificam novas pautas, e geram linhas excelentes. Diários sangrentos são puros, não disseminam inverdades, nem ocultam celulites. Correspondem a curiosidade desumana, e a ausência de humanidade.
Dimas tende a objetividade, constrói páginas esdrúxulas. Mas tarefa difícil é ser original, Pergaminhos exclusivos só funcionam com feiticeiros.
Por :Emanuelle Rodrigues


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