Kablum, bum, bum! Chuá e chuá! Vem a chuva, feito frevo, espantando a passarada. São centenas de desavenças, destruindo a harmonia. De onde surgem as picuinhas?
Surgem do tédio e da enxurrada. Violentíssima enxurrada que leva embora nossa infância. É tempo de não viver o tempo. Retrocedendo, e vivendo para não correr o risco de perder tempo, acreditando na velha crença.
Kablum, bum, bum, suspiros e beijos frescos. O tempo é chuvoso, porem o filme é antigo. Penas e plumas, aqui está à estação dos gostos a contragosto. Mutilação involuntária, benignidade e fracasso imediato.
Kablum bum, bum. Risadas chorosas, constantes restrições. Quem foi que disse que é pecado buscar novos rumos, em outras certezas? Visitando a alegria chegou a dúvida para movimentar aquela festa pobre.
Kablum, bum, bum. Apatia em larga escala. É rotineira a convivência imposta. Elevou-se muito à carência, e junto com ela vieram às rixas, os combates, e as disputas.
Bem, foi o principio do declínio. Eram excessivas permissões em dias de sol. Entretanto, hoje à noite ninguém vai abaixar a cabeça. Novas páginas de personagens inexperientes
Por: Emanuelle Rodrigues
Marina Lima
Uma menina me ensinou Quase tudo o que eu sei Era quase escravidão Ela me tratava como um Rei Ela fazia muitos planos Eu só queria estar ali Sempre ao lado dela Eu não tinha aonde ir Mas egoista que eu sou Me esqueci de ajudar A ela como ela me ajudou Ela também estava perdida E por isso se agarrava a mim também E eu me agarrava a ela Porque eu não tinha mais ninguém E eu dizia: Ainda é cedo, cedo, cedo, cedo Sei que ela terminou o que eu não comecei E o que ela descobriu Eu aprendi, também, já sei Ela falou: Você tem medo Falamos o que não devia Ela falou: Mas eu não sei mais o que eu sinto por você Vamos dar um tempo, um dia a gente se vê Cedo, cedo, cedo, E eu dizia ainda é cedo, cedo, cedo.

1 comentários:
passo sim. Não com tanta frequencia mas passo. tenho que aprender a colocar os links ali do lado hahaha. DAe fica mais facil^^
BJooo
Postar um comentário